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09/07/2026

BOA TARDE
É oficial. Obsessão tornou-se o filme de maior bilheteria — sem ajuste pela inflação — com um orçamento de produção máximo de US$ 1 milhão.
Produzido com um orçamento informado de US$ 750 mil, o filme, dirigido pelo jovem cineasta Curry Barker, de 26 anos, virou um queridinho não apenas entre os amantes do terror e cruzou a barreira dos US$ 400 milhões em bilheteria global.
E você, consegue adivinhar qual filme detinha o recorde antes de Obsessão?Mais detalhes ao final da edição |
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Para hoje… A Netflix resolveu um problema… e criou outro; O setor que continua atraindo milhões longe dos holofotes; A indústria de fundos de investimento volta a acelerar no Brasil em 2026; e mais!
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QUICK TAKES
😂 PARA RIR (E SE SURPREENDER): Esses banners mostram como o brasileiro já nasce formado em marketing
🔍 PARA DESCOBRIR: O segredo por trás da batata frita mais viral do Rio de Janeiro — que vende 1 tonelada por dia
🤔 PARA REFLETIR: Hamburgueria fez um Reels muito simples, mas que pode ser usado como inspiração para absolutamente qualquer nicho
🖥️ PARA ASSISTIR: Como 36 mil funcionários administram o parque de diversões da Disney na Califórnia como uma pequena cidade
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A Netflix pode estar perdendo a guerra que ela mesma criou
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Uma recente reportagem da Bloomberg — que cita dados da Netflix — mostrou que a gigante do streaming está diante de um problema que poucos imaginavam há alguns anos: vários de seus recentes grandes sucessos estão perdendo público justamente quando chegam à segunda temporada. Os números chamam atenção.
One Piece, um de seus maiores hits de 2023, perdeu mais de 30% do público durante sua segunda temporada este ano;
O Agente Noturno, a série mais assistida da Netflix em 2023, perdeu metade do público na segunda temporada e outros 35% na terceira.

(Imagem: Bloomberg)
Mais recentemente, Avatar: O Último Mestre do Ar viu sua audiência cair mais de 60% logo na primeira semana de estreia da segunda temporada.
A preocupação vai além de uma ou outra série. No ano passado, o tempo total gasto pelos usuários assistindo à Netflix cresceu menos de 2%, enquanto a empresa continuou adicionando novos assinantes.
Isso levantou uma pergunta importante dentro do mercado: será que o modelo que transformou a Netflix na maior plataforma de streaming do mundo começou a envelhecer?
Contextualizando: em 2013, a empresa do Tudum lançou uma temporada inteira de House of Cards de uma só vez, criando o fenômeno de maratonar (binge watching) e mudando completamente a forma como milhões de pessoas consumiam séries.
Naquela época, seu adversário era claro: a TV aberta e a TV por assinatura. A estratégia funcionou tão bem que, em 2025, o streaming finalmente ultrapassou a audiência combinada desses dois formatos nos Estados Unidos.

(Imagem: Nielsen)
Só que, enquanto a Netflix vencia essa guerra, outra começava silenciosamente
Hoje, o verdadeiro concorrente da Netflix não é HBO Max, Disney+ ou Prime Video. É o tempo que as pessoas passam no YouTube, TikTok, Reels e, mais recentemente, nos aplicativos de microdramas.
Em vez de reservar horas para maratonar uma série, muita gente prefere consumir dezenas de vídeos curtos ao longo do dia.
A própria Netflix tem consciência disso. Não é à toa que segue testando inúmeros formatos de conteúdo, de esportes e eventos ao vivo a podcasts e jogos.
Ao mesmo tempo, lançou um feed inspirado no TikTok para incentivar a descoberta de novos conteúdos dentro do aplicativo — um reconhecimento de que a experiência das redes sociais já influencia até a forma como as pessoas escolhem o que assistir.
E, esta semana, a empresa começou a licenciar vídeos curtos de veículos renomados como Variety, Rolling Stone, BuzzFeed e Tastemade para testar formatos que levam apenas alguns minutos para serem assistidos.
Isso não significa que a Netflix abandonará as grandes produções, afinal, tem um orçamento de conteúdo planejado de US$ 20 bilhões para 2026. Mas é difícil de ignorar a ironia do “destino”: a companhia que revolucionou a televisão agora tenta descobrir como vencer justamente a economia da atenção que ajudou a criar.
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TOGETHER WITH STARK BANK
A fintech brasileira que conquistou o investimento de Jeff Bezos
Não é qualquer empresa que chama a atenção do fundador da Amazon. O Stark Bank conseguiu e, em 2026, foi ainda mais longe: se tornou a primeira fintech brasileira a receber grau de investimento das três maiores agências de rating do mundo: Moody's, Fitch e S&P.
O banco cria soluções de tecnologia financeira para negócios em crescimento, ajudando empresas como Buser, Qeevo, Insider e Familhão a automatizar pagamentos, cobranças e gestão financeira em escala. 👉 Conheça mais sobre o Stark Bank aqui.
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O Vale do Silício desistiu da beleza?
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Provavelmente, é o que muitos pensam — e com razão. Após muitos anos sendo um dos segmentos queridinhos dos fundos de capital de risco (VCs), o dinheiro foi, pouco a pouco, migrando para startups de software, chips e modelos de inteligência artificial.
Em 2021, foram US$ 3,3 bilhões investidos em marcas de beleza, distribuídos em 388 rodadas;
Corta para 2024: foram apenas US$ 438 milhões em 93 negócios.
Para muitos, parecia o fim do interesse dos VCs pelo setor, mas algumas marcas continuaram atraindo investidores.
A diferença é que o pitch mudou. Em vez de vender apenas um bom produto ou uma marca forte, os fundadores agora precisam provar que possuem um negócio escalável, margens saudáveis e um diferencial difícil de copiar. Em outras palavras: a história ainda importa, mas os fundamentos passaram a falar mais alto.
Foi assim que a Halo levantou US$ 7 milhões com o fundo do cofundador do Reddit. A startup desenvolveu um dispositivo que reduz em até cinco vezes o tempo necessário para fazer tranças, atacando um mercado que registra 70 milhões de atendimentos por ano apenas nos Estados Unidos.
No caso da Memebox, a empresa captou US$ 10 milhões surfando a onda da K-Beauty — produtos de beleza e rotinas de cuidados com a pele que se originaram na Coreia do Sul —, enquanto marcas lideradas por criadores de conteúdo também seguem atraindo investidores graças à força de suas comunidades e às suas taxas de fidelização.
No fim, não é que o venture capital abandonou a indústria da beleza, ele ficou apenas muito mais seletivo. Quem consegue captar recursos é quem prova que está construindo muito mais do que uma marca bonita: está criando um negócio que pode crescer por muitos anos. (Aprofunde)
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Indústria de fundos volta a acelerar em 2026
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Após um 2025 mais fraco, os fundos de investimento ganharam força novamente, recebendo R$ 184,7 bilhões em novos aportes no primeiro semestre deste ano — mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano passado e o melhor resultado desde 2022.
Para quem não está familiarizado, fundos funcionam como um "condomínio" de investidores: várias pessoas colocam dinheiro em um mesmo produto, enquanto um gestor profissional decide onde investir esses recursos.
A maior parte desse dinheiro foi para a renda fixa, que captou R$ 108,4 bilhões no semestre. Com os juros ainda elevados, aplicações mais conservadoras continuam oferecendo retornos atrativos, o que ajuda a explicar essa preferência.
Outro destaque do semestre foram os ETFs, fundos negociados em Bolsa que acompanham índices de mercado, como o Ibovespa ou uma carteira de títulos de renda fixa.
No primeiro semestre, só os ETFs de renda fixa receberam R$ 27,1 bilhões em novos aportes;
Como um todo, o patrimônio desses fundos passou de R$ 55,5 bilhões para R$ 116,6 bilhões em apenas um ano, enquanto o número de produtos disponíveis cresceu de 137 para 202.
Enquanto isso, os fundos multimercado continuam perdendo espaço. O cenário mostra que, por enquanto, a maior parte dos investidores continua priorizando previsibilidade e liquidez — uma tendência que costuma mudar apenas quando os juros começam a cair de forma mais consistente. (Aprofunde)
PS: Se você quiser ficar por dentro do que é mais relevante para quem é do mercado financeiro, inscreva-se no the news money. Todos os dias, antes do mercado abrir.
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TOGETHER WITH NEOOH
Por que o mercado está investindo cada vez mais em experiências de marca?
Em um cenário em que a atenção é cada vez mais disputada, as marcas estão transformando espaços físicos em experiências capazes de gerar conexão, engajamento e lembrança. Mais do que ocupar um ambiente, elas passam a fazer parte da jornada das pessoas.
Veja algumas marcas que colocaram essa estratégia em prática. 👇
Campanha ‘Compartilhe uma coca’ / Ativação da Lacta no Parque Villa-Lobos/ Escape room de páscoa da Hershey’s
Por trás dessas iniciativas existe um parceiro em comum: a NEOOH. Com soluções que unem criatividade, mídia e estratégia em ambientes de grande circulação, a empresa desenvolve experiências out of the box que transformam presença em conexão. Clique aqui e conheça mais.
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GIRO POR OUTROS HIGHLIGHTS
→ Pesquisadores usam robôs humanoides para realizar cirurgias pela primeira vez em estudo pré-clínico
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GRÁFICO DO DIA
![]() | US$ 1,1 trilhão. Esse é o total sob gestão dos 10 maiores family offices do planeta, sendo seis deles de famílias dos Estados Unidos. → Family offices, se você não sabia, são escritórios especializados na gestão de ativos de famílias de alta renda. O topo do ranking fica com a família Walton, composta pelos herdeiros do Walmart. Na sequência, completando o top 3, vêm a Cascade, da família Gates, e a Pontegadea, da família Ortega, do fundador da Zara. |
🇧🇷 Já por aqui… A liderança no critério de valor sob gestão fica com a Gerval Investimentos, da família Gerdau, seguida pela BW Investments, dos Moreira Salles. Confira o ranking completo aqui.
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CURIOSIDADES DA ENQUETE
Operação Dragão, estrelado por Bruce Lee, foi produzido por US$ 850 mil em 1973 e arrecadou US$ 400 milhões mundialmente — cerca de US$ 2 bilhões em valores atuais. O longa foi lançado após a morte prematura da estrela de Hong Kong, vítima de um edema cerebral pouco antes da estreia do filme.
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