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- 30/07/2026
30/07/2026

BOA TARDE
O Wall Street Journal analisou os benefícios divulgados nos relatórios anuais mais recentes de 1.500 das maiores empresas de capital aberto dos Estados Unidos.
Ao todo, essas companhias desembolsaram cerca de US$ 600 milhões em aproximadamente 15 mil benefícios concedidos a seus executivos e conselheiros.
E você, consegue adivinhar qual foi o benefício que ficou em primeiro lugar? |
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Para hoje… Os smartphones dobráveis chegaram ao ponto de virada? Brasil pode movimentar US$ 14,4 bilhões em vídeo online; As marcas descobriram um novo tipo de influenciador; e mais.
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QUICK TAKES
🔍 PARA DESCOBRIR: As próximas 20 startups que alcançarão o status de unicórnio (valor de mercado de pelo menos US$ 1 bilhão), segundo a Forbes
🖥️ PARA ASSISTIR: O vídeo que quebrou o recorde de maior número de visualizações de um Reel no Instagram em 24 horas, com mais de 500 milhões
😲 PARA SE SURPREENDER: 5 produtos que o McDonald’s vendeu no Brasil — e que você, e muitos outros, nem perceberam
🗣️ PARA CONHECER: A startup cujo novo produto pode clonar uma voz a partir de 5 segundos de áudio, custando 6x menos que uma das empresas que domina esse nicho de texto para voz
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A próxima revolução dos celulares será realmente dobrável?
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Recentemente, a Samsung apresentou sua nova geração de smartphones dobráveis, com destaque para o Galaxy Z Fold8, que ganhou um formato mais largo, inspirado em um passaporte, e foi pensado para facilitar multitarefas, consumo de vídeos e o uso de recursos de inteligência artificial.

(Imagem: Sam Rutherford | Engadget)
Mas, para muitos, esse lançamento representa algo maior do que simplesmente novos aparelhos no mercado, pois reforça a aposta da empresa em uma categoria que pode finalmente entrar em uma nova fase após viver seus anos de glória no início do século.
Para entender por que tantas empresas estão investindo nisso, vale voltar um pouco no tempo
Nos anos 2000, a corrida era para fabricar celulares cada vez menores, uma tendência simbolizada por aparelhos como o Motorola Razr V3. Só que, após o lançamento do iPhone, em 2007, a lógica mudou completamente, transformando o smartphone em uma grande tela para navegar na internet, assistir a vídeos, jogar e usar aplicativos.
O problema é que essa evolução encontrou um limite físico: nossas mãos e nossos bolsos. Conforme o celular virou uma ferramenta de trabalho, entretenimento e, agora, de inteligência artificial, cresceu a necessidade de oferecer mais espaço de tela sem sacrificar a portabilidade.
Foi justamente daí que surgiu a ideia para a nova geração dos dobráveis. A partir de 2018, com o primeiro modelo da FlexPai, seguido por Samsung, Huawei e outras fabricantes, o mercado passou a testar aparelhos que fecham como um celular convencional, mas se abrem para oferecer uma experiência próxima à de um tablet.

(Imagem: CNBC)
No começo, porém, a tecnologia sofreu com telas frágeis, dobradiças pouco resistentes e preços elevados, sendo necessários anos de evolução para que os aparelhos ficassem mais finos, duráveis e práticos para o uso diário.
Agora, a inteligência artificial adicionou um novo argumento para esse formato. Resumir documentos, editar conteúdos, comparar informações entre aplicativos ou organizar tarefas simultaneamente são atividades que se beneficiam diretamente de uma tela maior, transformando os dobráveis em uma espécie de escritório portátil.
Os números mostram que essa aposta começa a ganhar força. Segundo a Counterpoint Research, as vendas globais de smartphones dobráveis devem crescer 21% em 2026. Apesar disso, eles ainda representam apenas cerca de 1,6% do mercado mundial de smartphones.
Entre as empresas, a Samsung continua líder, mas Huawei, Motorola, Honor, Xiaomi e Google ampliaram seus investimentos na categoria, buscando diferenciar seus aparelhos por design, resistência, software e integração com recursos de AI.
Só que um dos principais nomes do setor — se não o principal — ainda nem entrou oficialmente no jogo: a Apple
Analistas esperam que a empresa da maçã lance seu primeiro iPhone dobrável ainda este ano. Abaixo, um protótipo virtual do aparelho, baseado em renderizações CAD não oficiais vazadas por um insider no X/Twitter.

(Imagem: CNET)
A Counterpoint estima que a Apple possa conquistar cerca de 25% desse mercado logo no primeiro ano, repetindo uma estratégia que já funcionou em outras categorias: esperar a tecnologia amadurecer antes de tentar levá-la ao grande público.
Por isso, o lançamento da Samsung vai muito além de um novo smartphone. Caso a empresa fundada por Steve Jobs e Steve Wozniak realmente entre nessa disputa, os dobráveis podem deixar de ser um produto para entusiastas e se tornar, quem sabe, um novo padrão da indústria.
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TOGETHER WITH SALVY
Esse é o segredo do nosso time de atendimento 🤫
A Lu e a Cat dobraram os índices de rendimento em poucos meses — e o maior responsável por isso não foi uma contratação ou uma super planilha.
Essa mudança só foi possível graças a um guia gratuito da Salvy, que ensina passo a passo como configurar um agente de IA oficial da Meta no WhatsApp Business.
A Salvy também é quem fornece os números de WhatsApp Business para todo o the news, sem chip físico e com ativação em instantes, o que ajudou o nosso time a ter esse resultado.
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A televisão “voltou” — mas completamente diferente
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Segundo um novo estudo da MiQ e da Omdia, o Brasil caminha para se tornar, até 2029, o segundo maior mercado internacional de vídeo online, movimentando US$ 14,4 bilhões em receita.
Boa parte desse crescimento vem da TV Conectada (CTV), que são Smart TVs ou aparelhos conectados à internet que permitem acessar YouTube, Netflix, Disney+, Prime Video e outros aplicativos diretamente na televisão.
Hoje, 95% dos usuários latino-americanos assistem a conteúdo por Smart TVs;
45% do tempo de consumo do YouTube na região já acontece na televisão;
No Brasil, os investimentos em CTV devem crescer 23,7% apenas em 2026.
O modelo de consumo também mudou. Em média, cada domicílio brasileiro administra 8,2 serviços de streaming — sendo 4,6 pagos e 3,6 gratuitos —, enquanto 59% dos latino-americanos preferem opções financiadas por publicidade, como AVOD (vídeo sob demanda com anúncios) e FAST (canais gratuitos de streaming sustentados por anúncios).
O mais interessante é que a jornada do consumidor deixou de acontecer em uma única tela. Hoje, ela costuma começar nas redes sociais, passar pelo celular e, frequentemente, terminar na Smart TV.
Para as empresas, isso significa que a televisão deixou de ser apenas um canal de exibição e passou a funcionar como mais uma mídia digital dentro da estratégia de marketing. (Aprofunde)
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Todo mundo pode virar influenciador agora
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Ao que tudo indica, ter milhões de seguidores já não será mais um pré-requisito para fechar contratos com grandes marcas. Na verdade, empresas como Target e American Eagle passaram a investir até mesmo em criadores com apenas 500 seguidores.
O motivo? Como TikTok, Instagram e outras redes passaram a mostrar cada vez mais conteúdos de pessoas que você nem segue, ter uma audiência gigante já não garante alcance. Em compensação, um vídeo de um criador pequeno pode viralizar da noite para o dia.
Os números mostram essa virada.
Em 2026, 45% do investimento em marketing de influência nos EUA deve ir para criadores com menos de 20 mil seguidores, ante 19,5% em 2021.
Já os nanoinfluenciadores, com menos de 5 mil seguidores, devem ficar com quase 20% desse orçamento, contra apenas 3,1% há cinco anos.
💰 A mudança também faz sentido financeiramente. A remuneração desses influenciadores menores pode se limitar, muitas vezes, a descontos, vales-presente de US$ 10 ou alguns brindes. Conforme vão entregando resultados, podem conquistar campanhas maiores.
Além disso, criadores menores costumam gerar mais engajamento e confiança. Segundo a Awin, plataforma global de marketing de afiliados e parcerias digitais, campanhas com perfis de até 10 mil seguidores podem gerar R$ 18 em vendas para cada R$ 1 investido, 3x mais que influenciadores com mais de 20 mil seguidores.
A lógica lembra a do marketing de performance: importa menos quantas pessoas viram o conteúdo e mais quantas compraram, clicaram ou recomendaram o produto. É uma mudança que pode redesenhar a creator economy nos próximos anos, que pode chegar a valer mais de US$ 310 bilhões globalmente em 2026.
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TOGETHER WITH STARIAN
Shadow AI: um novo alerta dentro das empresas
Segundo uma pesquisa da LayerX Security, 75% dos funcionários que utilizam plataformas de IA proibidas já inseriram informações sensíveis da empresa nessas ferramentas. Isso mostra como a tecnologia tem avançado mais rápido do que as organizações conseguem acompanhá-la com segurança.
Agora, o desafio é exatamente esse: transformar a velocidade da IA em vantagem. Para isso, a liderança precisa ser a primeira a adotar as ferramentas aprovadas e incentivar seu uso. Assim, a IA deixa de ficar espalhada em soluções isoladas e passa a integrar ecossistemas completos, conectando dados e conhecimento de mercado.
É justamente essa visão que guia a Starian: ao incorporar IA aos seus SaaS especialistas, a empresa desenvolve ecossistemas mais inteligentes, capazes de acelerar a eficiência, a inovação e o crescimento dos seus clientes.
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GIRO POR OUTROS HIGHLIGHTS
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GRÁFICO DO DIA
![]() | 2.680 por dia. Essa foi a quantidade de pessoas que alcançaram US$ 1 milhão em patrimônio ao redor do mundo em 2025, segundo o UBS Global Wealth Report. No total, foram quase 1 milhão de novos milionários. Os EUA foram responsáveis por quase metade desse total, com 441 mil pessoas alcançando a marca ao longo do ano passado. O Brasil ficou na 15ª posição, com 9 mil novos milionários. |
Já quando o tema é patrimônio médio, a Suíça lidera tranquilamente, com cerca de US$ 910 mil por adulto, seguida pelos EUA, com US$ 696 mil, e por Luxemburgo, com US$ 655 mil. Confira o ranking aqui.
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