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- 11/08/2026
11/08/2026

BOA TARDE
Embora existam 10.000 combinações possíveis de números de identificação pessoal (PINs) de quatro dígitos, cerca de 27% correspondem a uma de 20 combinações.
Com base em vazamentos de dados que expuseram 3,4 milhões de números de PINs, os 20 mais comuns são 1234, 0000, 7777, 2000, 2222, 9999, 5555, 1122, 8888, 2001, 1111, 1212, 1004, 4444, 6969, 3333, 6666, 1313, 4321 e 1010.
Para hoje… Cripto quer transformar agentes de AI em seus novos clientes; novelas verticais estão conquistando o Brasil; o novo manifesto de Zuckerberg para a corrida da AI; e mais.
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QUICK TAKES
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😲 PARA SE SURPREENDER: A quantidade de Big Macs que o Méqui 1000, que fica na Avenida Paulista, em São Paulo, precisa vender só para pagar o aluguel
😎 PARA PARTICIPAR: Duas das pessoas mais influentes do país estarão neste evento. E você pode estar lá.
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E se os próximos usuários de cripto não forem humanos?
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Nos últimos anos, um dos maiores desafios — se não o maior — da indústria de criptomoedas tem sido encontrar usuários além dos traders, que são negociadores ou operadores que compram e vendem ativos, como ações na bolsa.
Agora, algumas das maiores empresas do setor estão apostando em um novo tipo de usuário: agentes de inteligência artificial, softwares capazes de executar tarefas e tomar decisões na internet.
A Coinbase passou a permitir que ferramentas como ChatGPT e Claude tenham suas próprias carteiras e executem operações com cripto;
A Kraken redesenhou seu aplicativo para operações feitas por agentes;
A Circle lançou o Agent Stack, infraestrutura para agentes realizarem transações.

(Imagem: @circle via X)
Pense que um agente de AI funciona online e pode precisar pagar por informações, serviços ou outros softwares. Contudo, não tem conta bancária, cartão ou dinheiro físico. Logo, uma carteira digital e um sistema de pagamentos que funcione 24 horas por dia podem ser muito mais adequados do que o sistema bancário tradicional.
É aí que entram as stablecoins. Diferentemente do Bitcoin, que pode variar bastante de preço, elas são criptomoedas projetadas para manter um valor estável — geralmente ligado ao dólar.
Na prática, funcionam como uma espécie de dinheiro digital programável, que pode ser enviado automaticamente por softwares sem que uma pessoa precise autorizar cada transação.
Ou seja, um agente responsável por administrar uma carteira de investimentos poderia comprar ou vender ativos, pagar por uma base de dados financeira ou contratar outro agente para realizar uma tarefa específica. Tudo isso de forma automática, sem precisar esperar uma pessoa aprovar cada etapa.
Para as empresas de cripto, isso cria uma nova possibilidade. Agora, em vez de depender apenas de pessoas negociando moedas, elas podem ganhar dinheiro com transações realizadas por softwares. Cada pagamento, troca ou serviço consumido por um agente poderia gerar atividade para carteiras, stablecoins e redes blockchain.
A mudança também ajuda a explicar por que as corretoras estão tentando se transformar em plataformas financeiras mais amplas. Abaixo, um print do cofundador e CEO da Coinbase, Brian Armstrong, falando sobre essa investida.

Muitas, inclusive, já oferecem ações, commodities, pagamentos, empréstimos e serviços bancários, reduzindo a dependência das receitas vindas exclusivamente da negociação de criptomoedas.
Mas existe uma disputa importante acontecendo por trás disso
Desde a aprovação do GENIUS Act, nos EUA, bancos e outras instituições financeiras passaram a explorar suas próprias stablecoins. Se cada grande instituição criar seu próprio sistema, empresas como a Circle terão de convencer o mercado de que suas redes conseguem conectar diferentes ecossistemas.
A aposta em AI também chega justamente em um momento de queda nos preços das criptomoedas, enquanto investidores especulativos passaram a buscar oportunidades em áreas como IPOs de tecnologia, mercados de previsão e contratos perpétuos.
Ainda assim, a tese vai além de simplesmente criar mais volume de negociação. Os defensores da ideia acreditam que agentes de AI podem colocar nas mãos de investidores comuns ferramentas que antes estavam restritas a fundos de hedge e traders profissionais — como análise automatizada e gestão de portfólio.
Na prática, isso poderia transformar a relação entre pessoas e mercados. Em vez de o investidor precisar acompanhar cada ativo, pesquisar informações e executar cada operação, um agente poderia fazer parte desse trabalho seguindo parâmetros definidos pelo próprio usuário.
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TOGETHER WITH ARKO
Já pensou em trabalhar em um dos mercados que mais cresce no Brasil?
Algumas empresas já estão aproveitando uma oportunidade de mercado que poucos perceberam. Até 2035, o Brasil deve chegar a 1,1 milhão de médicos, aumentando a demanda por empresas que acompanham esse crescimento.
Não à toa, em 11 meses, a Arko Consultoria conquistou mais de 1.100 clientes com planejamento financeiro e investimentos personalizados para médicos.
Agora, a empresa busca novos consultores que querem construir carreira no mercado financeiro para um processo seletivo criterioso, voltado a profissionais de alta performance que querem atuar em um mercado em expansão.
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Zuckerberg quer abrir mais a Meta
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O cofundador e CEO da Meta, Mark Zuckerberg, acaba de apresentar uma nova estratégia para tentar recuperar terreno na corrida da inteligência artificial: liberar mais modelos e dar mais poder aos usuários para decidir como a AI deve funcionar.
A ideia foi apresentada em um manifesto de 6.500 palavras, no qual ele defende que a inteligência artificial deve ser distribuída da forma mais ampla possível. Para ele, concentrar os modelos mais avançados nas mãos de poucas empresas ou governos poderia aumentar demais o poder dessas instituições.
Na prática, a Meta pretende voltar a apostar nos chamados modelos open-weight, cujos parâmetros podem ser baixados e utilizados por terceiros. A companhia lançará o Muse Glimmer e, nas próximas semanas, uma versão aberta do seu modelo mais avançado, o Muse Spark 1.2.
Zuckerberg também defendeu permitir a chamada destilação, prática em que desenvolvedores usam um modelo para aprender e reproduzir capacidades de outro. Para ele, se é possível observar o que uma AI faz, deveria ser permitido aprender com ela.
Mas a estratégia não termina nos modelos. A Meta planeja investir US$ 600 bilhões em infraestrutura até 2028, principalmente em data centers. O problema é que a expansão vem encontrando resistência de comunidades preocupadas com o impacto desses empreendimentos.
Por isso, criará o Future Is For Everyone Fund, com US$ 1 bilhão para apoiar comunidades próximas aos seus data centers, visto que, se a AI exige cada vez mais infraestrutura física, as cidades que recebem essa infraestrutura também precisam ficar com uma parte dos benefícios econômicos. (Leia aqui o manifesto completo)
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As “novelinhas” estão conquistando o Brasil
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👀 Abre teu olho, Globo. O Brasil tem se tornado um dos mercados mais promissores das chamadas novelas verticais, segundo um levantamento da Mintech com uma amostra de 5 milhões de brasileiros.
Em junho, 15 aplicativos de microdramas apareceram entre os 100 mais baixados da Google Play no país;
Cinco deles — PineDrama, TikTok Lite Séries, Reelife, ReelShort e Sua Novela — ficaram no Top 10;
A adaptação brasileira Só Mais uma Vez alcançou 35 milhões de visualizações em apenas 4 dias — e mais de 100 milhões em menos de 1 mês. Confira aqui o primeiro episódio.
O motivo disso está no formato dessas produções: episódios de até dois minutos, histórias cheias de reviravoltas e um modelo de consumo desenhado para manter o espectador assistindo.
E não para por aí. O usuário começa com alguns capítulos gratuitos, mas depois precisa assistir a anúncios, cumprir tarefas ou comprar moedas virtuais para continuar. Os pacotes geralmente custam entre US$ 1 e US$ 5, mas podem acabar rapidamente em novelas com dezenas ou centenas de episódios.
Para especialistas, o modelo merece atenção não apenas pelo potencial de entretenimento, mas também pelo impacto financeiro. Como o dinheiro é convertido em créditos, pequenas compras podem parecer insignificantes individualmente, mas podem se repetir diariamente e consumir parte relevante da renda disponível.
The Big Picture. O formato nasceu na China e já se transformou em uma indústria global de US$ 11 bilhões, que pode chegar a US$ 22 bilhões nos próximos quatro anos. Nos EUA, a ReelShort já registra 35,7 minutos de uso diário por usuário — mais que Netflix, Amazon Prime Video e Disney+. (Aprofunde)
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TOGETHER WITH STARK BANK
Como a maior plataforma de ingressos da América Latina otimizou 80% do tempo em transações
Esse é Gabriel Benarrós, CEO da Ingresse, que opera em mais de 17 países e é responsável pelos maiores festivais e eventos da América Latina. Com esse volume, a operação financeira por trás dos bastidores precisa ser tão eficiente quanto o show no palco. 🎫
Por isso, eles passaram a operar com o Stark Bank, automatizando pagamentos via Pix, centralizando contas a pagar e oferecendo cartões corporativos customizáveis.
O resultado? Você descobre aqui.
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GIRO POR OUTROS HIGHLIGHTS
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GRÁFICO DO DIA
![]() | Quase US$ 773 bilhões. Isso foi quanto a SpaceX perdeu em valor de mercado entre junho e julho deste ano — a maior queda mensal já registrada por uma empresa americana desde 1970, segundo uma análise da Axios. O tamanho do movimento diz muito sobre o momento do mercado. Hoje, existem 13 empresas americanas listadas avaliadas em mais de US$ 1 trilhão, e sete das dez maiores perdas mensais de valor de mercado da história aconteceram no mesmo período. Em outras palavras: quanto maior a empresa, maior pode ser o tombo quando o mercado vira. |
Só que outro detalhe chamou a atenção. Apesar da forte queda, a SpaceX fechou julho avaliada em cerca de US$ 1,4 trilhão.
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Coluna: Como transformar uso de AI em resultado nas empresas
Bernardo Precht é médico cirurgião, empreendedor e cofundador do Além da Medicina, uma das edtechs mais inovadoras do ecossistema de saúde no Brasil. Formado em medicina e Forbes 30 Under 30, ele migrou da rotina hospitalar para apostar no empreendedorismo em tecnologia — transformando a startup em um negócio de alto impacto que culminou em sua venda para o grupo Afya, listado na Nasdaq. | ![]() |
Além do impacto na educação e na carreira médica no país, Bernardo é uma voz ativa sobre a aplicação de inteligência artificial nos negócios, inovação e alta performance. Recentemente, concluiu seu mestrado MSx na Stanford Graduate School of Business.
Na coluna de hoje, Bernardo explica por que o uso intenso de AI não é o mesmo que capacidade operacional e propõe uma visão de como as empresas podem resolver essa questão.
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